segunda-feira, 1 de março de 2010



That song makes me cry inside...
Messed up lifes, with drugs and drinks, cheap hoes and sad tales.
J.M. Barrie quotes in "Peter Pan 'To love would be an awfully big adventure." and after "To die will be an awfully big adventure."

coisas que lembram meus amigos

Amigo do dia: Pedro Mesquita





"Sou estudante..."

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Free Willy, Free...




Segundo a rede de notícias do G1 a treinadora de baleias do Sea World na Flórida foi morta em um infeliz acidente envolvendo um de seus animais treinados. A baleia mordeu a treinadora e a balançou em frente ao público, causando traumatismo múltiplos e o afogamento e assim levando a óbito Dawn Brancheau.

...

Não consigo sentir pena de ninguém nessas condições. Salvo em filmes aonde a baleia assassina era um bonecão tosco e incansável atrás de vítimas para se alimentar e... peraê! Um instante! Lembrei do filme. Na verdade ela estava se vingando do assassinato de sua parceira (sim a baleia assassina é macho) e filhote assassinado.

Depois fizeram um outro filmezinho fuleiro, onde um garoto resolve libertar uma filhote de baleia orca capturada e presa dentro de um tanque. E felizmente a baleia consegue retornar ao mar.

Mas diferente dos filmes essa baleia como várias outras estão presas para entretenimento nos belíssimos parques da Flórida, animando crianças e adultos com bonés em formato de baleias em um circo horroroso de animais que tinham o oceano e tudo que possuem hoje são aquários e uma vida de estresse aos gritos de macacos a sua volta.

Oras... Mas Zé, uma mulher de 40 anos, casada, com família, amigos, vida e contas a pagar morreu.

Oras... FODA-SE!

Só fico triste de não ter sido um bebê no colo de sua mãe. Quem sabe assim, talvez, essa merda de Aqualand seria fechado de uma vez e deixassem o mar a vistas daqueles que podem entrar em um barco e sentir a maresia no rosto ao invés de trancar ele dentro de suas cidades.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Beirute (versão Zé)

isso vai render...

Estava lá na mesa do bar mais ou menos cercado por amigos quando, de maneira que acontece com freqüência, começamos a sacanear e insultar uns aos outros. Até que entre uma das série de assuntos chatos da mesa de cobranças e uma série de regalias merecidas a cada um de nós que por algum motivo sempre não estão a nosso agrado o Pedro soltou:

- Zé você está ficando careca meu caro.
- Eu Pedro? De verdade? Oras, logo agora que estou deixando crescer?
- É meu caro, na real tú não está percebendo mas vai poder aproveitar seus cachos por mais uns cinco anos. Eu vou contar.
- Tá me agourando? Porra cara praga de careca pega.
- Careca? Mermão estamos quase do mesmo jeito.

...

QUASE?!

Pensei em uma sequência de foras para o Pedro.

A) Ainda não estou usando chapéu diariamente.
B) Minha mina ainda tem aonde agarrar.
C) Recebo cafuné.
D) Posso até perder, mas creio que será em uma idade mais comum perto dos 40 ou até dentro dos 30 e não aos vinte, no "auge", junto com a minha dignidade.

Essa dignidade foi uma forma de deixar o Pedro mudar de assunto ou entrar em outros pontos para deixar a mazela masculina de lado e quem sabe soltar uma ladainha. Fiquei feliz em ouvir uma sobre tranças e tempo. Foi bacana.

Dera esse mau humor apenas ser referente a cabelos alheios ou falta dos seus. Mas cada dia que passa, vejo que ócio produtivo pode criar alguns ranços maiores que entradas.